| Música
Este link
está destinado à interação dos amantes da
música e expor por meio de estórias, sugestões e
dicas, a maior paixão do Gustavo. Um depoimento de Gustavo...
Como verão nas próximas líneas, não existe
assunto que me cause maior paixão que a música.
A pesar de ser leigo no assunto, de não ter fundamentos
teóricos, nem noções acadêmicas, a
curiosidade e o entusiasmo por tudo que se relacione a ela, fez ao
longo da minha vida, me envolver de corpo e alma com a música.
Aos 12 anos, a primeira remuneração pelo trabalho que fiz
para uma pequena loja de decoração (quase
simbólico), foi gasta com 2 fitas cassete, por sinal, as duas do
musico instrumentista criador da New Age, VANGELIS (meu maior
Ídolo).
Desde muito pequeno tive contato com todas as formas de viver a musica.
Tanto em família, nas reuniões de festas de final de ano,
ou com a minha mãe com seu “acordeom” a quem
acompanhava cantando em asilos de Buenos Aires; nas festinhas
americanas ; na escola, tocando em saudosas apresentações
de final de ano letivo e, é claro, esperando ansioso durante
horas, com o dedo apertando a tecla de REC num gravador de fita
cassete, aquela música que terminaria com chave de ouro minha
seleção de canções preferidas.
Foi pulando incansavelmente ao som do ABBA, imitando cada gesto dos
divertidos VILLAGE PEOPLE, que deixei de lado os discos infantis da
época para trás. De repente uns caras que respondiam ao
nome de “QUEEN” e outros liderados por um tal de EDDIE VAN
HALEN detonaram os estádios de América do sul e ganharam
um pré-adolescente de 13 anos como fã.
Neste mesmo ano lá na Argentina dois programas de
televisão semanais começaram a passar uma grande novidade
que iria encantar todas as gerações de adolescentes
até hoje: o tal do VIDEO CLIP. Desfilando incansavelmente todos
os ídolos do momento: DURAN DURAN, CINDY LAUPER, MADONNA, SIMPLE
MINDS, IRON MAIDEN, MEN AT WORK, GEORGE MICHAEL ,e por aí vai.
Com uma curiosidade quase antropológica freqüentava
diariamente a discoteca de meus pais, não raramente “descobrindo” pérolas
de vários gêneros , como João Gilberto,
Roberto Carlos, Chico Buarque, o disco da obra hippie “Hair”,
alguns de Tango, da jovem guarda brasileira e Argentina
(sim também tinha disso por lá). Ficou assim
determinado o meu gosto eclético pela música,
que ainda iria namorar o heavy metal, o britpop, o tango,
o punk, o rap, o jazz e o trance.
Como muita gente por aí , eu também digo: “gosto de
tudo mesmo”, só depende do contexto e do ambiente. E
quando falo de tudo, quero dizer TUDO (Mozart,Vivaldi, U2,Paul
Oakenfold, The Police, Green day, Sex pistols, Judas Priest, Beatles,
Pantera, Chico Buarque, Bruno e Marrone, Sergio Reis, Ivete Sangalo,
Aretha Franklin, Fabio Junior, Eminem, NXzero, Tijuana, Mercedes Sosa,
Gardel, Paralamas do sucesso, Diana Krall, Buddy Guy, James Brown,
Marillion, Coldplay...).
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